Me |
28/07/06 Vc se diz meu amigo, Amigo incondicional, De todas as horas, Me beija se choro, Me abraça se beijo, Se aproveita, Me deita, Me possui... Um conluio De dias... Amor, Mata meus inimigos pra mim? |
| Anonymous | 28/07/06 |
Giovani |
29/07/06 Putz, sim, tô babando pela sua poesia, Me! Se vc quis dizer o que entendi, a mulher preparou toda a armadilha, mostrando-se frágil para condicionar o homem a protegê-la objetivando, ao final, dar o bote e exigir algo mais de seu salvador. Muito bom mesmo! |
Me |
29/07/06 Essa poesia eu fiz pensando em duas interpretações.Uma foi a que vc disse, sim, lembrei de um filme que assisti onde a mulher faz o amante matar seu marido.Diabólica!!!Mas depois que li, me vi encaixando em outro problema que estava vivendo: "meus inimigos" viraram então " meus problemas".Como eu sou a autora me julgo no direito de dar duas interpretações a ele.Vc lê com a sua!Obrigada pelo elogio!Beijos |
Lord. Gabriel |
29/07/06 Se eu peguei a idéia, ficou massa... beijos NA língüa |
| Anonymous | 29/07/06 |
Me |
15/11/06 |
Wilson |
15/11/06 Como eu já disse noutra oportunidade: basta me apontá-los. Beijos. . |
Véîo Chína |
15/11/06 Isso mostra a cultura virtual onde amigos de hoje se tornam pseudos inimigos de amanhã. Mas me questionando sinceramente sobre o quê levantastes fico imaginando se isso é de fato real, ou se o sentimento passa a ser esse mesmo. Salvo aquilo que posteriormente transcenda a virtualidade e passe a ser real,e então sujeito as regras do relacionamento pessoal, não imagino como real e verídico essa coisa do ódio virtual. Não sei se a autora poderia esclarecer isso melhor, mas se achar que não deve, ok, pelo menos expus o meu sentimento qto ao tema. |
Me |
15/11/06 Eu sou diferente dos demais aqui, isso já ficou claro.Sei lá se foi a partir do Émerson que percebi ou se foi depois de outras coisas, o importante é que para mim ódio é ódio, tanto faz se virtual ou não.Amor é amor, virtual ou não, paixão também.A única diferença é que o alimento, a sobrevivencia desses sentimentos está condicionada a passagem do virtual para o real.Eu já vivi grandes sentimentos aqui, alguns morreram por conta do virtualismo.Outros se solidificaram por conta dessa passagem.Um deles é minha afeição e amizade pelo Gigio.Sempre me identifiquei e hoje somos grandes amigos pois deixamos para trás a virtualidade.Digo isso amplamente, não generalizo como virtual=longe, real=toque..nada disso.Mas se conheço a pessoa, se falo com ela, se ela me escuta, se sabe onde estou, onde moro, se trocamos informações,tudo isso faz uma convivência deixar de ser virtual. Véio, eu levo a sério os dois lados,a pouco senti ódio, fiquei triste, por conta de uma pessoa virtual.Eu dou muita importância a isso.Claro, passa logo pois não pretendo conhecer realmente um virtual que me causa esse sentimento ruim.Mas nem por isso deixei de sentir.Por isso meus inimigos são sempre importantes.Mas nesse poema não me refiro a eles e sim a um conluio, uma teia feminina para atrair vítimas. |
Emanuel |
15/11/06 |
Véîo Chína |
16/11/06 Foi cristalina tanto quanto uma água mineral Minalba ( se falasse Perrier me chamariasm de esnobe, rs) E me estendendo no seu raciocínio,tb tive aqui meus afetos e mesmo que virtual eles te deixam marcas. E a coisa que te machuca é acordar no dia seguinte e ver as coisas totalmente diferentes do que as deixou à noite e isso te causa espanto, insegurança e as vezes propício a desavenças. Mas sabe, no frigir dos ovos essa idéia que tenha ficado algum tipo remanescente de mágoa as vezes me perturba. As mágoas, ou as coisas ruins ou boas de um relacionamento não são vividas só de realidade, no toque de mãos ou dos olhos nos olhos, e aqui, mesmo que virtual tem o poder de te ferir pois teclas não se digitam por si só e alguém com seus pensamentos e convicções as comandou. Porisso eu e ou ficamos felizes em saber que muita besteira pode ser contornada e evidente me redimir de algo que tenha magoado qq pessoa aqui. Estive lendo um artigo do Pedro Bial que fala exatamente sobre isso, aliás, não sobre isso mas sobre a morte em si. Nele, descreve que num amanhã podemos partir e deixando aqui coisas inacabadas,sentimentos não expressos, desafetos que poderiam ter sido evitados e mágoas que não precisavam ser vividas. Refleti muito e isso me alertou que se posso correr atrás do que fiz de errado, ou mesmo do que errei por ignorância, então eu vou correr e tentar me redimir. Muita gente nem vai ler ou se ler vai falar -Babaquice! mas sabemos que a Me e o Véio sabem do que estão falando. E te faço uma homenagem nesse post, por entender claramente a sua mensagem e falar pra todos com quem tive algum tipo de rusga, que tudo não passou de uma traquinagem, talvez coisas do ego ou bobagem parecida. E que aqui não tenho inimizade ou rancor nenhum de quem quer que seja. E sobre voce menina, te acho sim de um coração belíssimo, meio temperamental é verdade, mas que não é nada que nos possa distanciar definitivamente. De minha parte, sem mágoa ou qq tipo de ressentimento.Ok? |
KïKí™ |
16/11/06 Faço minha as nossas palavras.De acordo em gênero, grau e número. |
Wilson |
16/11/06 Muito bem dito. Acompanho o Véio e o Kiki. . |
Emerson Ricardo |
16/11/06 Gostaria de fazer das palavras dele as minhas, mas seria hipocrisia, coleciono rancores. Desafetos não deixam de serem paixões no termo mais puro, e uma paixão não termina assim. Tenho espaço em meu negro coraçãozinho para guardar todos os inimigos em ordem de odiar. Nos diferentes graus, dos reais aos virtuais. Não me sinto obrigado a vinculos de Web, não consigo me enternecer com relacionamentos não tateis e auditivos. Por isso, mesmo que eu venha a voltar as boas com antigos desafetos terá sido só aparencias para melhor convivencia. Antipatia eu cultrivo como bonsai. |
Giovani |
16/11/06 Tb sou do tipo que esquece os inimigos. Depois de um tempo, até abraços os que me sacanearam. Nem ligo se me acham babaca, tolo, ingênuo. Não crio rugas por problemas alheios. Contudo, se uma pessoa falha comigo, conscientemente, uma única vez, já é o suficiente para perder minha confiança. Jamais voltarei a ser completamente franco, tratarei o outro sempre com um pé atrás. E só. Sou descendente de italianos. Se não quebro a cara do inimigo na hora, depois esqueço e comemos juntos a pizza. Mas ele paga. |
Me |
16/11/06 |
Roberto |
17/11/06 |